O baixo risco – ou seja, a alta capacidade de apresentar desempenho positivo e saldar compromissos – é um dos indicadores mais relevantes da eficiência administrativa da Credicitrus. Em 2006, foi classificada no nível de risco (a chamada “escala de rating”) A1+, a mais alta de todas as cooperativas de crédito rural do mercado brasileiro. Em 2007, obteve classificação ainda mais alta, passando para o nível A2-.

Essa classificação é atribuída, depois de exaustivas análises, pelo Comitê de Risco LFRating e do Riskcoop. São nove ratings: D, C1, C2, B1, B2, B3, A1, A2 e A3. As organizações classificadas no nível A apresentam risco baixo. O rating A2, no qual está classificada a Credicitrus, significa: “Muito boa condição geral de risco. As bases financeira e estrutural são fortes e resistem, no longo prazo, à maioria das mudanças conjunturais e estruturais da economia”.

O relatório do Riskcoop que atribuiu a nova classificação à Credicitrus registra a seguinte afirmação: “A CREDICITRUS é, também, a maior cooperativa da Central Cocecrer e uma das maiores cooperativas de crédito do País, não apenas em tamanho de Ativos e Operações de Crédito, mas na organização e na visão estratégica, ultrapassando os limites tradicionais de uma associação como as cooperativas. Sua capacidade operacional ainda é maior que seus objetivos, e seus processos e atitudes refletem o mesmo comportamento de um banco privado comercial. Sua administração é competente e profissional, seus funcionários de bom nível e sua estrutura física compete com todas as agências de bancos das cidades onde está estabelecida.”

 

 

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